23ºFestCurtasBH - Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte

• JÚRI OFICIAL •

COMPETITIVA INTERNACIONAL

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Adriano Garrett é mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi, com dissertação sobre curadoria em festivais de cinema brasileiros contemporâneos. É idealizador e editor do Cine Festivais, site criado em 2013 com foco no cinema independente brasileiro, e membro da Abraccine, com textos publicados em três livros da entidade. Também é autor de um dos capítulos de Desaguar em cinema: documentário, memória e ação com o CachoeiraDoc (Edufba, 2020). Ministra cursos livres sobre curtas-metragens brasileiros contemporâneos e apresenta o podcast Curtas Brasileiros.

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Julia Katharine é diretora, roteirista e atriz. Vencedora do prêmio Guarani de melhor curta metragem, em 2020, com o filme Tea for Two (2018). Foi também vencedora do prêmio Helena Ignez, na 21º Mostra de Cinema de Tiradentes.

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Kariny Martins é curadora, pesquisadora, roteirista e sócia na Cartografia Filmes. Atualmente é autora-roteirista na Globo, coordena a curadoria do Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo, faz parte da direção artística do FIANb – Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil e integra a equipe de curadoria do Olhar de Cinema. Mestre em Cinema e Artes do Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná com pesquisa sobre ficção especulativa no cinema negro brasileiro e Doutoranda em Comunicação da Universidade Federal Fluminense com investigação em curadoria.  

COMPETITIVA BRASIL

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Claire LaSolle cofundadora do Videodrome 2 (Marselha), um espaço de exibição de filmes dedicado à cinefilia, e vem trabalhando há 6 anos com seus associados no desenvolvimento do projeto e na programação das 450 exibições anuais.  Há dois anos é membro do comitê de seleção do FID Marseille, um dos principais festivais internacionais competitivos da França. Ela também é cofundadora do MUFF, Festival de Cinema Underground de Marselha, que nos últimos quatro anos tem dedicado o tempo a diversas experiências cinematográficas e musicais. Durante os últimos três anos, ela também participou da redação crítica da revista Hors Champ durante os États Généraux du film documentaire (Lussas).

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Emmanuel Lefrant desde 2008 é diretor da Light Cone, uma cooperativa de cineastas sediada em Paris que distribui mais de 6.000 filmes experimentais e de vanguarda. Além disso, dirigiu  uma dezena de filmes experimentais e, em 2000, fundou o coletivo Nominoë, com o qual criou performances que foram realizadas em diversos lugares, incluindo o Centro Pompidou, a Fundação Serralvès (Porto) e o Festival Internacional de Cinema de Roterdã (IFFR).

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Mariana Queen Nwabasili é jornalista e pesquisadora, doutoranda e mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, onde também se graduou em Jornalismo. Participou como debatedora e mediadora de diferentes festivais de cinema brasileiro e como selecionadora e jurada da 29ª e da 31ª edições do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Entre 2020 e 2021, como bolsista do Projeto Paradiso, realizou um Master em Curadoria Cinematográfica na Elías Querejeta Zine Eskola (EQZE), na Espanha. Atua como crítica de Cinema e Teatro, tendo sido uma das 10 pessoas selecionadas para participar da 10ª edição do Critics Academy do Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, em 2021.

COMPETITIVA MINAS

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Denise da Costa herda esse nome de sua bisavó: Aurora Pena. A mesma não nomeia sua prole com Pena (do ex-presidente Afonso Pena) por causa de sua condição de bastarda e adota "da Costa" referindo-se aos "da Costa da África". Pesquisa temas relacionados à África formalmente desde 2007, mas já lia sobre a temática desde muito antes. Antropóloga, foi ao continente três vezes para realizar pesquisa durante o mestrado e o doutorado. Orgulha-se de ser professora da Unilab. A Universidade mais negra desse país. Escreve, debate, ensina, mas sobretudo aprende.

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Gabriel Araújo é jornalista, programador e crítico graduado pela UFMG. É cofundador e curador do Cineclube Mocambo, iniciativa de exibição de filmes realizados por pessoas negras do Brasil, de África e da diáspora, e um dos idealizadores e coordenadores do INDETERMINAÇÕES, plataforma de crítica e cinema negro brasileiro. Integra o coletivo Zanza e o coletivo Lena Santos, de jornalistas negras e negros de Minas Gerais. Participou das equipes de curadoria de mostras e festivais como Cinecipó, América Negra, LONA, entre outros, e possui publicações em sites, catálogos e revistas de cinema.

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Graciela Guarani pertencente à nação Guarani Kaiowá, é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário brasileiro. Tem um currículo que inclui direção, roteiro e fotografia em mais de 10 obras audiovisuais, dentre elas, fotografia e direção no longa documental premiadíssimo internacionalmente, My Blood is Red 2019 (Needs Must Film), e autora no doc. Falas da Terra 2021(Rede Globo). Formadora no curso “Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais – da Invisibilidade ao acesso aos direitos” pela ONU MULHERES-BRASIL e TJ/MS, debatedora da Mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70a. Berlinale – Berlin International Film Festival 2020.