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CONFIRA OS TEXTOS DA CORPO CRÍTICO 2020

Partilhar e se demorar nas imagens, deslocar o olhar e os lugares acostumados para imaginar, através de vozes singulares, outras maneiras de responder e se relacionar com os filmes por meio da palavra escrita.

​Desde 2018 o FestCurtasBH integra em sua programação a oficina de crítica Corpo Crítico, expandindo seu caráter formativo e de construção conjunta de pensamento em torno dos filmes. Os textos resultantes da oficina são publicados no site do Festival, onde ficam disponíveis de forma permanente, constituindo o início de uma fortuna crítica sobre os curtas exibidos no Festival.

​A primeira edição da Corpo Crítico, em 2018, foi conduzida pela crítica, pesquisadora e curadora Carol Almeida. Com o título “Por um deslocamento do olhar”, a oficina se propôs a “não apenas despertar um olhar mais atento e ativo em relação aos filmes, como também entender o que a definição do olhar cinematográfico implica estética e politicamente”.

​Em 2019, a Corpo Crítico foi ministrada pela crítica, pesquisadora e curadora Kênia Freitas, sob o título “Cinema em perspectivas: reconfigurações do fazer crítico”, com a proposta de “pensar a crítica cinematográfica a partir de perspectivas múltiplas que fomentem a formação de olhares diversos e a ampliação dos repertórios fílmicos e textuais”.

​Já em 2020, novamente ministrada por Kênia Freitas, a oficina foi batizada "Experimentações críticas por um cinema implicado". Propondo-se como "uma partilha de experimentos críticos sobre filmes", a oficina teórico-prática moveu-se com as reflexões de Denise Ferreira da Silva e sua Poética Negra Feminista, para pensar "o cinema, os filmes e a crítica cinematográfica como partes implicadas de um mundo implicado."

Confira aqui textos produzidos durante a oficina Corpo Crítico 2020, parte integrante do 22º FestCurtasBH - Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte.