23ºFestCurtasBH - Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte

• CURADORIA & COMISSÃO DE SELEÇÃO •

COORDENAÇÃO DE PROGRAMAÇÃO & CURADORIA

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Ana Siqueira atua em curadoria, tradução e pesquisa. Curadora e coordenadora de programação do FestCurtasBH (2013-2014 e desde 2017). Foi programadora do Cine Humberto Mauro (2008-2009) e curadora da mostra de cinema infantil do Festival SACI (2011-2017). Mestre em Comunicação Social pela UFMG, onde integra o grupo de pesquisa Poéticas da Experiência.

COMISSÃO DE SELEÇÃO INTERNACIONAL

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Bruno Galindo tem 26 anos, é crítico de cinema, além de curador, assistente de roteiro e roteirista. Como crítico, participou da oficina Janela Crítica do 9◦ Janela, do Talent Press Rio 2019, e de diversas coberturas críticas pelo Cinefestivais e pelo blog Sessão Aberta (Mostra de Cinema de Tiradentes, 7º Olhar de Cinema e 13º CineOP). Trabalhou nos filmes Luazul e Border. Como curador, participou do comitê de seleção do Festival Kinoforum de Curtas de São Paulo, organizou a proposta curatorial Serei porque Fomos para a Vila das Artes de Fortaleza e a mostra Estéticas Negras para o  8º Festival Estéticas das Periferias.

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Felipe Carnevalli é arquiteto e urbanista pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela mesma instituição (NPGAU) e mestre em Ciências Sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS – Paris, França). É editor da Editora Piseagrama, cofundador do Coletivo Micrópolis e pesquisador no grupo de pesquisa-extensão Cosmópolis (UFMG). Pesquisa práticas colaborativas nas fronteiras compartilhadas entre espaço, antropologia e cinema. 

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João Dumans é pesquisador e realizador de cinema. Arábia, seu primeiro longa-metragem, codirigido com Affonso Uchoa, ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Brasília de 2017. Trabalhou como assistente de direção, roteirista e montador em longas como Os Residentes, A Vizinhança do Tigre, A Cidade onde Envelheço, Os Sonâmbulos e Sete Anos em Maio. Foi programador do Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, do Cineclube Curta Circuito e da Mostravídeo Itaú Cultural. Entre 2014 e 2021, foi professor do curso de cinema da UNA, em Belo Horizonte.

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Lorenna Rocha é historiadora, pesquisadora e crítica cultural. Redatora na Revista Cinética (SP), atua também como crítica teatral na revista multimídia Quarta Parede (PE). Participou dos programas formativos: IX Janela Crítica, 4º Talent Press Rio, Laboratório de Crítica - Práticas do Olhar e Júri Jovem - 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Além de realizar cobertura crítica de festivais em diferentes estados do país, escreve textos para catálogos de cinema e já publicou em sites e revistas eletrônicas como Questão de Crítica, Verberenas, Buala e Cinefestivais. Como crítica convidada, participou em projetos organizados pelo Goethe-Institut São Paulo, FestCurtasBH, CineBH, entre outros. Em 2021, ministrou o programa AMPLI_AR - Oficina de Crítica Cinematográfica durante a Mostra Negritude Infinita. Ministra aulas de iniciação à crítica teatral e oferta aulas acerca dos teatros negros brasileiros.

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Paula Santos graduou-se em Comunicação Social pela UFMG (2011), com passagem pela Escuela de Cine da UNT (Tucumán, Argentina). Atua como realizadora, montadora e assistente de direção. É criadora da Tauma - lab de arte, audiovisual e pós-produção. Dirigiu o curta Caixa de Pandora (2012), a videoinstalação Família Julião (2014), os curtas Sala de Espera e Ocaso (2021). Foi artista residente do Vórtice 2017 – Lab de Vídeo Experimental do INVE (Chile) e do Interferências Brasil – Encontro Internacional de Performance. Em 2015, integrou a Comissão de Seleção da Mostra Competitiva Brasileira do 17º FestCurtasBH. Trabalhou como assistente de direção nos longas Canção ao Longe, Querência, Nimuendajú, Coração Tambor e em diversos curtas e vídeo-instalações. Foi uma das coordenadoras do lab de arte e tecnologia Marginalia Lab (2012). É integrante do Schlag!, grupo de música, eletrônica e vídeo.

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Vanessa Santos é realizadora e pesquisadora multimídia. Doutora em Comunicação, tem estudo voltado para as narrativas em mídias digitais e interativas. Desenvolveu trabalhos junto a coletivos artísticos e a grupos de pesquisa ligados à apropriação tecnológica, redes sociotécnicas, cultura digital e software livre. Ministrou cursos e desenvolveu metodologias para processos formativos em produção audiovisual colaborativa e comunitária. Atualmente, leciona na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e no Centro Universitário UNA,  em cursos de graduação e de pós-graduação na área de Comunicação e Artes. Em 2019 e 2020, integrou a comissão de seleção da Mostra Competitiva Internacional do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte.

COMISSÃO DE SELEÇÃO NACIONAL

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Alessandra Brito atua na pesquisa e na formação em audiovisual. Cursa mestrado em Comunicação na Universidade Federal de Minas Gerais, onde também integra o grupo de pesquisa Poéticas da Experiência. Seus estudos são atentos aos filmes realizados nos territórios quilombolas. É jornalista, graduada pela Universidade Federal do Tocantins em 2009, e é militante junto à segundaPRETA desde 2017.

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Érico Araújo Lima atua com processos formativos e curatoriais, em cinema e audiovisual, no diálogo com outras artes. Entre abril de 2019 e abril de 2021, foi professor substituto no Instituto de Cultura e Arte da UFC. Integra a equipe de pesquisa do Laboratório de Estudos e Experimentações em Artes e Audiovisual (LEEA-UFC). Em 2017, organizou o curso “O cinema e a experiência de vizinhança”, no Centro Cultural Bom Jardim. Entre 2010 e 2011, fez parte da Coordenação Pedagógica do Curso de Graduação Plena em Comunicação Social para Assentadas e Assentados da Reforma Agrária (UFC/Pronera).

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Fabio Rodrigues Filho trabalha na crítica, programação e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG, graduou-se na mesma área na UFRB. Participou de comissões de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtas BH (2019 - 2020), Diáspora Lab (2018) e do IX CachoeiraDoc (2020), festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos. É membro dos grupos de pesquisa Poéticas da Experiência e do Áfricas nas Artes. Colabora com textos em sites, revistas e publicações diversas, a exemplo da Revista Cinética e do blog pessoal Tocar o Cinema.

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Rita Vênus é cartomante e tem manifestado suas práticas investigativas junto ao cinema e às artes visuais. Integrou a equipe de curadoria do XI e XII Festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Também atuou como curadora-assistente da Residência Belojardim, um programa de residências artísticas no agreste de Pernambuco. Atualmente, trabalha como assistente de curadoria da Oficina Brennand no Recife.

CURADORIA DA MOSTRA ESPECIAL COSMOPOÉTICAS DO (IN)VISÍVEL

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Anti Ribeiro fez parte de curadorias em festivais e mostras de Cinema como o Recifest – Festival da Diversidade Sexual e de Gênero do Recife (PE), Seman do Audiovisual Negro (PE), Mostra Ifé - Amor Sem Fronteiras (RJ), Mostra Macambira (RN) e participou da formação em curadoria promovida pela Semana Semana (RJ). De sua pesquisa em ficção, já lecionou em projetos como #CulturaEmRede do SESCPE, foi professora convidada no curso em Audiovisual da Vila das Artes (CE), compôs equipe formadora do PULO – Ciclo de Oficinas Sobre Imagens da Diáspora (PE), mediou espaço no Laboratório A Raça Cósmica/La Raza Cosmica (BR/MEX) e compôs mesas junto a HOA Beck›s Escola Livre de Artes (SP) e no Seminário Negritude Infinita (CE). Mais em: http://antiribeiro.com

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Tatiana Carvalho Costa é doutoranda no PPGCOM/UFMG e docente no Centro Universitário UNA, em Belo Horizonte, nos cursos de Cinema e de Jornalismo. Coordenadora de projetos de extensão universitária que discutem cinema e questões raciais e de gênero. Na UFMG, integra os grupos de estudos/pesquisa CORAGEM – Comunicação, Raça e Gênero – e Poéticas da Experiência, além de ter sido colaboradora do NUH – Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT. Integrante do FICINE – Fórum Itinerante de Cinema Negro - e conselheira da APAN – Associação de Produtores do Audiovisual Negro. Participa do movimento de artes cênicas segundaPRETA e colabora em festivais de cinema e cineclubes como curadora, programadora e júri. É co-autora dos livros “Olhares Contemporâneos” (2011), Mulheres Comunicam: Mediações, Sociedade e Feminismos (2016), entre outros.

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Wally Fall é cineasta e videasta martinico-senegalês crescido em Martinica. É um dos fundadores do coletivo Cinemawon em 2016,  cujo um de seus objetivos é dar maior visibilidade a filmes que geralmente passam despercebidos nos circuitos comerciais ou em  festivais e que vêm principalmente do continente africano e de territórios afrodiaspóricos do Caribe e da América do Sul. Morou  na Europa por alguns anos e atualmente vive em Guadalupe, onde divide seu tempo entre seus projetos pessoais e o trabalho com a Cinemawon.