• CURADORIA & COMISSÃO DE SELEÇÃO •

COORDENAÇÃO DE PROGRAMAÇÃO & CURADORIA

Ana Siqueira atua em curadoria, tradução e pesquisa. Curadora e coordenadora de programação do FestCurtasBH (2013-2014 e desde 2017). Foi programadora do Cine Humberto Mauro (2008-2009) e curadora da mostra de cinema infantil do Festival SACI (2011-2017). Mestre em Comunicação Social pela UFMG, onde integra o grupo de pesquisa Poéticas da Experiência.

COMISSÃO DE SELEÇÃO | BRASILEIRA

Alessandra Brito atua na pesquisa e na formação em audiovisual. Cursa mestrado em Comunicação na Universidade Federal de Minas Gerais, onde também integra o grupo de pesquisa Poéticas da Experiência. Seus estudos são atentos aos filmes realizados nos territórios quilombolas. É jornalista, graduada pela Universidade Federal do Tocantins em 2009, e é militante junto à segundaPRETA desde 2017.

Érico Araújo Lima atua com processos formativos e curatoriais, em cinema e audiovisual, no diálogo com outras artes. Entre abril de 2019 e abril de 2021, foi professor substituto no Instituto de Cultura e Arte da UFC. Integra a equipe de pesquisa do Laboratório de Estudos e Experimentações em Artes e Audiovisual (LEEA-UFC). Em 2017, organizou o curso “O cinema e a experiência de vizinhança”, no Centro Cultural Bom Jardim. Entre 2010 e 2011, fez parte da Coordenação Pedagógica do Curso de Graduação Plena em Comunicação Social para Assentadas e Assentados da Reforma Agrária (UFC/Pronera).

Fabio Rodrigues Filho trabalha na crítica, programação e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG, graduou-se na mesma área na UFRB. Participou de comissões de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtas BH (2019 - 2020), Diáspora Lab (2018) e do IX CachoeiraDoc (2020), festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos. É membro dos grupos de pesquisa Poéticas da Experiência e do Áfricas nas Artes. Colabora com textos em sites, revistas e publicações diversas, a exemplo da Revista Cinética e do blog pessoal Tocar o Cinema.

Rita Vênus é cartomante e tem manifestado suas práticas investigativas junto ao cinema e às artes visuais. Integrou a equipe de curadoria do XI e XII Festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Também atuou como curadora-assistente da Residência Belojardim, um programa de residências artísticas no agreste de Pernambuco. Atualmente, trabalha como assistente de curadoria da Oficina Brennand no Recife.

COMISSÃO DE SELEÇÃO | INTERNACIONAL

Bruno Galindo tem 26 anos, é crítico de cinema, além de curador, assistente de roteiro e roteirista. Como crítico, participou da oficina Janela Crítica do 9◦ Janela, do Talent Press Rio 2019, e de diversas coberturas críticas pelo Cinefestivais e pelo blog Sessão Aberta (Mostra de Cinema de Tiradentes, 7◦ Olhar de Cinema e 13◦ CineOP). Trabalhou nos filmes Luazul e Border. Como curador, participou do comitê de seleção do Festival Kinoforum de Curtas de São Paulo, organizou a proposta curatorial Serei porque Fomos para a Vila das Artes de Fortaleza e a mostra Estéticas Negras para o  8º Festival Estéticas das Periferias.

Felipe Carnevalli é arquiteto e urbanista pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela mesma instituição (NPGAU) e mestre em Ciências Sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS – Paris, França). É editor da Editora Piseagrama, cofundador do Coletivo Micrópolis e pesquisador no grupo de pesquisa-extensão Cosmópolis (UFMG). Pesquisa práticas colaborativas nas fronteiras compartilhadas entre espaço, antropologia e cinema. 

João Dumans é pesquisador e realizador de cinema. Arábia, seu primeiro longa-metragem, codirigido com Affonso Uchoa, ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Brasília de 2017. Trabalhou como assistente de direção, roteirista e montador em longas como Os Residentes, A Vizinhança do Tigre, A Cidade onde Envelheço, Os Sonâmbulos e Sete Anos em Maio. Foi programador do Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, do Cineclube Curta Circuito e da Mostravídeo Itaú Cultural. Entre 2014 e 2021, foi professor do curso de cinema da UNA, em Belo Horizonte.

Lorenna Rocha é historiadora, pesquisadora e crítica cultural. Redatora na Revista Cinética (SP), atua também como crítica teatral na revista multimídia Quarta Parede (PE). Participou dos programas formativos: IX Janela Crítica, 4º Talent Press Rio, Laboratório de Crítica - Práticas do Olhar e Júri Jovem - 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Além de realizar cobertura crítica de festivais em diferentes estados do país, escreve textos para catálogos de cinema e já publicou em sites e revistas eletrônicas como Questão de Crítica, Verberenas, Buala e Cinefestivais. Como crítica convidada, participou em projetos organizados pelo Goethe-Institut São Paulo, FestCurtas BH, CineBH, entre outros. Em 2021, ministrou o programa AMPLI_AR - Oficina de Crítica Cinematográfica durante a Mostra Negritude Infinita. Ministra aulas de iniciação à crítica teatral e oferta aulas acerca dos teatros negros brasileiros.

Paula Santos graduou-se em Comunicação Social pela UFMG (2011), com passagem pela Escuela de Cine da UNT (Tucumán, Argentina). Atua como realizadora, montadora e assistente de direção. É criadora da Tauma - lab de arte, audiovisual e pós-produção. Dirigiu o curta Caixa de Pandora (2012), a videoinstalação Família Julião (2014), os curtas Sala de Espera e Ocaso (2021). Atualmente está em fase de desenvolvimento de roteiro do seu 1º longa Fragilidades, que participou do 9º Brasil CineMundi. Foi artista residente do Vórtice 2017 – Lab de Vídeo Experimental do INVE (Chile) e do Interferências Brasil – Encontro Internacional de Performance. Em 2015, integrou a Comissão de Seleção da Mostra Competitiva Brasileira do 17º FestCurtasBH. Trabalhou como assistente de direção nos longas Canção ao Longe, Querência, Nimuendajú, Coração Tambor e em diversos curtas e vídeo-instalações. Montou o longa Homem Peixe, a websérie Farol de Neblina, os curtas Meio-Fio, dentre outros. Foi uma das coordenadoras do lab de arte e tecnologia Marginalia Lab (2012). É integrante do Schlag!, grupo de música, eletrônica e vídeo.

Vanessa Santos é realizadora e pesquisadora multimídia. Doutora em Comunicação, tem estudo voltado para as narrativas em mídias digitais e interativas. Desenvolveu trabalhos junto a coletivos artísticos e a grupos de pesquisa ligados à apropriação tecnológica, redes sociotécnicas, cultura digital e software livre. Ministrou cursos e desenvolveu metodologias para processos formativos em produção audiovisual colaborativa e comunitária. Atualmente, leciona na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e no Centro Universitário UNA,  em cursos de graduação e de pós-graduação na área de Comunicação e Artes. Em 2019 e 2020, integrou a comissão de seleção da Mostra Competitiva Internacional do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte.